Notícias sobre o U2 em português - U2 Feedback

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Old 11-19-2002, 09:22 PM   #1
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Notícias sobre o U2 em português

A quem interessar possa Pretendo divulgar as notícias sobre o U2 na imprensa brasileira através dessa thread. Portugueses e fãs de outras nacionalidades de lingua portuguesa sintam-se à vontade para contribuir. Obrigada.

U2 gravará em estúdio com vista panorâmica



DUBLIN (Reuters) - A banda de rock irlandesa U2 atualmente usa um estúdio histórico de Dublin que será demolido. Com isso, o grupo passará a gravar no alto de um arranha-céu de 180 andares às margens do rio Liffey, na capital da Irlanda.

Na terça-feira, a Autoridade de Desenvolvimento das Docas de Dublin lançou um concurso internacional para arquitetos interessados em projetar o arranha-céu, que vai abrigar o novo estúdio de gravação do U2 em uma cobertura duplex.

Um membro do U2 estará no júri que escolherá o projeto vencedor.

"Temos orgulho de ser um grupo de Dublin. Não queríamos romper nossa associação com as docas, mas esse projeto nos dá a oportunidade de garantir a natureza única das acomodações que precisamos", disse um porta-voz da banda em comunicado.

Este ano, o U2 perdeu uma batalha judicial com autoridades de planejamento urbano para impedir a compra compulsória do estúdio nas docas, onde eles gravaram o disco ganhador do Grammy "All That You Can't Leave Behind" (2000).

O prédio, que já foi comparado ao The Cavern Club de Liverpool, onde os Beatles fizeram seus primeiros shows, será demolido para um projeto de renovação de toda a orla do rio.

Mais de 8.000 fãs participaram de um abaixo-assinado pedindo a preservação do estúdio, onde a banda também gravou "Passengers" e parte de "Pop".

O U2 vai continuar no estúdio até que o edifício seja terminado, provavelmente no fim de 2005.

Fonte: Reuters via UOL
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Old 11-19-2002, 09:24 PM   #2
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Noticia 2

U2 deve começar a gravar em janeiro

Nova York - O U2 deve entrar em estúdio em janeiro para gravar seu primeiro trabalho desde o disco All That You Can´t Leave Behind. De acordo com o guitarrista The Edge, a banda vai aproveitar as próximas semanas para pensar em "direções" a serem tomadas e "novas idéias" para o álbum, que ainda não tem título. Segundo o músico, o novo disco vai seguir o caminho "rock ´n´ roll" do single mais recente deles, Electrical Storm, da compilação de hits The Best of 1990-2000. O novo som da banda é o velho "guitarra, baixo e bateria", segundo The Edge. A outra nova faixa, também da coletânea, é The Hands That Built America, que faz parte da trilha sonora do filme Gangues de Nova York, de Martin Scorsese.

Fonte: Estadão
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Old 11-19-2002, 09:27 PM   #3
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Notícia 3

Bono Vox receberá nos EUA prêmio por ações humanitárias



O líder do U2 Bono Vox receberá na próxima segunda-feira (18) um prêmio do Centro Simon Wiesenthal, em Nova York, por suas ações humanitárias.

O cantor também recebeu uma homenagem no início deste ano por seu engajamento em campanhas pela erradicação da fome e da Aids na África e por seu empenho em reivindicar o perdão à dívida de países pobres.

Em entrevista à revista Time em fevereiro deste ano, o cantor declarou estar desiludido com a "música engajada". Bono dizia acreditar que suas negociações com políticos, "nos bastidores", fosse mais eficiente do que a música politizada.

O Centro Simon Wiesenthal é uma instituição judaica de direitos humanos com sede nos EUA e escritórios em Israel, Canadá, França e Argentina.

Fonte: UOL
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Old 11-19-2002, 09:32 PM   #4
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Notícia 4

U2 lança rádio com suas preferidas e faixas comentadas

O U2 lançou nesta sexta-feira (15) um canal de rádio em seu site oficial.

O canal, chamado Zoo Radio, traz canções escolhidas pela banda e por músicos como Noel Gallagher, Paul Oakenfold e integrantes do No Doubt.

A programação inclui ainda todas faixas da nova coletânea do U2, "The Best of 1990-2000", comentadas pelo guitarrista The Edge. A compilação foi lançada este mês.

Fonte: UOL
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Old 11-19-2002, 09:35 PM   #5
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Notícia 5

U2, resistência musical



Coletânea revela que banda irlandesa manteve essência

Silvio Essinger
Repórter do JB

Heróico, messiânico, imaculado e afiado feito navalha - assim era o U2 em seus primeiros 10 anos de atividades, resumidos quatro anos atrás na coletânea Best of 1980-1990. Já então, naquele mesmo ano de 1998 (que os veria pisar em solo brasileiro para uma série de aguardados shows), os irlandeses eram uma outra banda, que por sinal havia passado por sucessivas e muito interessantes metamorfoses ao longo da década. O histórico dessas transformações é o que faz o recém-lançado The best of 1990-2000 valer a pena, até mais do que a série de lados B de singles atulhados no disco 2 do álbum. Vista em perspectiva, a (para alguns) maior banda de rock dos últimos 20 anos surpreende ainda mais: como pôde ter mudado tanto sem alterar sua essência ou se perder na busca pelas ondas do pop?
Nascido das cinzas ainda fumegantes do punk rock, o U2 estabeleceu uma quebra do paradigma das superbandas da geração anterior: sem músicos exatamente virtuosos ou um aparato bombástico, eles conquistaram suas multidões. Isso graças a um magnético e bem articulado vocalista (Bono Vox) e um guitarrista (The Edge) que fez de seu instrumento uma espécie de metralhadora melódica. A base (o baixista Adam Clayton e o baterista Larry Mullen) tão somente garantia segurança. Assim, ao longo dos anos 80, o U2 se sagrou como uma espécie de reserva moral do rock, onde os seus princípios básicos - inconformismo, eletricidade, simplicidade - estariam imunes a todo o comercialismo danoso da música pop.

Nos 90, nenhum dos músicos era mais tão garoto ou inocente. E nem o rock era mais o mesmo. Daí que, com as suas excelentes canções e o mesmo carisma de sempre, a banda resolveu experimentar como nunca antes. Saída com uma aura de quase santidade com o disco ao vivo/filme Rattle and rum (1988), o U2 começou a década de 90 com o inacreditável Achtung baby (1991), em que a eletrônica dançante se infiltrou num rock ainda puro e as certezas deram lugar às dúvidas nas letras. O choque de faixas de apelo imediato, como Mysterious ways e Even better than the real thing (faltava The fly na coletânea), era amenizada por One, onde reaparecia o velho U2 dos hinos para evangelizar roqueiros.

As ainda mais experimentais Numb e Lemon representam o ótimo álbum Zooropa (1993), enquanto a debochada Discoteque traz de volta o polêmico Pop, de 1987 (que, não obstante, trouxe também uma das melhores baladas da banda, Staring at the sun). A oitentista Beautiful day e a soul Stuck in a moment you can't get of anunciam mais uma revolução, a do enxugamento da tecnologia, do álbum All that you can't leave behind (2000). Ciclo fechado, o U2 apresenta uma inédita na coletânea, Eletrical storm. É apenas a garantia de que a essência está inalterada.

Fonte: Jornal do Brasil
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Old 11-19-2002, 09:37 PM   #6
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Confira essa página especial no portal Terra sobre a nova coletânea do U2:

http://www.terra.com.br/musica/u2/
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Old 11-22-2002, 08:16 PM   #7
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The Goal Is Soul
 
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Hey Follower...I can't get a word in edge wise, or bono wise, or adam wise, or larry wise...go ahead, take your pick...plus, I'm still translating your first post.

Chris
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"The truth is when that singer is saying something that comes from right down within him, and it affects you right down within you. That's when you start talking about great music, as distinct from nice music." -- Bono
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Old 11-23-2002, 08:04 AM   #8
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That was really funny of you dear

I must say you´re being modest though...for I know you can actually understand a bit of Camões´ old good language. As far as I know you have a good teacher near you

Okay, now for the news.

Lenine participa de projeto com Bono Vox

O pernambucano vai gravar faixa para CD em apoio à proposta de cancelamento da dívida externa dos países do Terceiro Mundo

Marco Antonio Barbosa
18/11/2002

Lenine foi convocado a participar do projeto Drop the Debt: A Recording for the Canceling of the Third World Debt, disco que reunirá artistas de vários países em desenvolvimento - e que faz parte de uma iniciativa criada pelo roqueiro Bono Vox (do grupo U2), visando o perdão da dívida externa das nações do Terceiro Mundo. O pernambucano vai regravar, especialemente para o CD, uma nova versão de sua música A Verba e o Verbo, de seu último disco, Falange Canibal, na qual será acompanhado de seu antigo parceiro Marcos Suzano (percussão).

Fonte: CliqueMusic
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Old 11-26-2002, 10:47 AM   #9
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Nota: melhor review sobre o Best Of que eu já li na imprensa brasileira. Justo e abalizado.

O segundo balanço do U2

por Arthur Dapieve

26.Nov.2002 | Os fãs do U2 nunca souberam o que fazer direito com a segunda metade da carreira do grupo. A primeira metade, iniciada em 1978, em Dublin, capital da República da Irlanda, tudo bem: roqueira, politizada, viril, desenvolvida em hinos e épicos como “Sunday Bloody Sunday” ou “Pride (In the name of love)”. A segunda, a segunda, bem... O que deu na cabeça daqueles caras para fazerem um som disco-dance e se vestirem como uma banda cover do Village People?! Quatro anos atrás, a primeira metade rendeu “The best of 1980-1990”, CD duplo com os maiores sucessos e com os lados-B da década. Agora, a segunda metade rende “The best of 1990-2000”, CD duplo com os maiores sucessos e os lados-B da década – além de um DVD de pouco mais de 20 minutos de duração. A Universal Music pôs cópias numeradas por tempo limitado no mercado brasileiro.

Vista assim, da perspectiva de uma boa antologia, a década de 90 já não parece um desvio ideológico na carreira de Bono Vox (voz), The Edge (guitarra), Adam Clayton (baixo) e Larry Mullen Jr. (bateria). Primeiro, porque mesmo tendo flertado pesadamente com a música eletrônica em discos como “Zooropa” (1993) e “Pop” (1997), eles sempre fizeram grandes canções à moda antiga, como “Stay (Faraway, so close!)” ou “Staring at the sun”, ambas presentes em “The best of 1990-2000”, a última numa nova mixagem. Segundo, porque a inclusão de faixas da vertente disco-dance, como “Discotèque” e “Numb”, as duas também em novas mixagens, serve para, passado o estranhamento da época de seu lançamento, entender qual o papel dessa fase na obra do U2 como um todo. E não foi um papel higiênico, para sujar e jogar no lixo, como pensavam os fãs da fase ortodoxa.

A década de 90 foi um período de muda, um período para tentar descobrir o que fazer depois que aqueles quatro escolares de Dublin tinham se tornado um supergrupo, um período para tentar resolver as aparentes contradições entre o engajamento político e o estrelato pop ostentado em megaturnês. A mudança no trabalho pôde ser sentida não apenas na qualidade – na troca dos rocks épicos por mantras eletrônicos, por exemplo – mas também na quantidade – de 1980 a 1990 foram oito álbuns lançados, de 1990 a 2000, cinco, se se incluir “Passengers” (1995), trilha sonora do U2 com Brian Eno. Isso implica uma de duas coisas: ou a inspiração era menor ou a banda estava mais seletiva, controlando melhor os rumos de sua carreira. “The best of 1990-2000” aponta para a segunda alternativa. E, ao incluir algumas de suas faixas, até lança novas luzes para o aclamado “All that you can’t leave behind” (2000), o CD da volta ao rock mais básico.

Desse modo, “Zooropa” e “Pop” ressurgem da presente antologia não como um hiato embaraçoso, mas como a condição necessária para a reconciliação do U2 com o gênero que glorificou. A incursão explícita pelo mundo da dança realçando a beleza das canções mais politizadas e engajadas. E vice-versa. Portanto, não pode ser descartada uma nova experimentação fora dos limites estritos do formato voz-guitarra-baixo-bateria – agora que muitos grupos mais novos, à frente o Radiohead, o Mogwai e o Tortoise, pegaram a deixa e mostraram não haver problema insolúvel na convivência entre rock e eletrônica. Aliás, o próprio “The best of 1990-2000” comprova isso, ao costurar a convivência entre, por exemplo, “Mysterious ways”, “One”, “Miss Sarajevo” (com a participação do tenor italiano Luciano Pavarotti e arranjos de cordas do craque Craig Armstrong) e “Numb”.

Até aqui falamos apenas do primeiro disco, o “melhor de” propriamente dito. Ajuda, e muito, na percepção de tudo o que se escreveu aí em cima, a audição conjunta com o segundo disco, o dos lados-B. De certa forma, pode-se dizer que eles se interpenetram, na medida em que duas faixas do primeiro (as belas e cinematográficas “Electrical storm” e “The hands that built America”) são inéditas e quatro faixas do segundo (“Even better than the real thing – The Perfecto Mix”, “Numb – Gimme Some More Dignity Mix”, “Mysterious ways – Solar Plexus Club Mix” e “Discotèque – Hexidecimal mix”) são remixes para faixas do primeiro. Para quem tem todos, ou quase todos, os CDs do U2 são essas faixas alternativas que valem a compra de “The best of 1990-2000”. Além disso, seja em qual dos seus discos, a antologia acaba destacando belezinhas que haviam sido soterradas por belezonas, belezinhas mais ou menos roqueiras, mais ou menos dançantes: “The first time”, “Your blue room”, “Lady with the spinning head (Extended Dance Mix)” ou “Happiness is a warm gun (The Gun Mix)”, versão para os Beatles.

De quebra, convém lembrar, há o DVD. Há quatro itens nele, todos com excelente qualidade de som e de imagem. Os dois primeiros são colagens visuais, nervosas, para não dizer histéricas: “The history mix” e “U2 The best of 1990-2000 DVD trailer”. Melhor do que ouvir The Edge dizer que o problema não é usar óculos escuros mas saber quais óculos escuros usar ou Mullen Jr. declarar-se bacana é ver – e repetir quantas vezes forem necessárias – as duas músicas destacadas em clips: “Please – Live mural cut” (gravada em Helsinqui, Finlândia, em 1997) e “Beautiful day – Eze version” (gravada num dia maravilhoso na França). Nestes, o grupo volta a ser filmado dentro da fórmula consagrada pelo diretor Phil Joanou no documentário “Rattle and hum” (1988), mais adequada ao seu som: planos mais longos, contemplativos, na contramão da estética MTV.

Por fim, o balanço “The best of 1990-2000” faz jus ao trabalho individual dos membros do grupo: as palhetadas pessoais de The Edge, a tensão característica do baixo de Clayton, a eficientíssima discrição de Mullen Jr. e os poderes de Bono Vox como vocalista e como letrista. Um sujeito que escreve “Eu te desapontei ou deixei um gosto ruim na tua boca?/ Ages como se nunca tivesses tido amor e quisesses que eu ficasse sem./ Bem, esta noite é tarde demais para arrastar o passado para a luz./ Somos um, mas não somos o mesmo” (“One”) ou “No meu sonho, eu estava afogando meus desesperos/ Mas meus desesperos aprenderam a nadar” (“Until the end of the world”) já teria valor, muito valor, ainda que também não tivesse uma voz capaz de comover católicos e protestantes.
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